terça-feira, junho 25, 2013

WELLINGTON BOTELHO E TERESÓPOLIS

Dando prosseguimento às personalidades quer tive a oportunidade de ter algum tipo de contato, durante minha infância em Teresópolis, hoje, relato a amizade com o filho de mais um artista muito conhecido no início dos anos 70.
Wellington Botelho no centro da foto entre Paulo Gracindo e Brandão Filho
Após ter passado pelo Colégio Estadual Euclides da Cunha, entre 1970 e 1972, época em que conheci os irmãos Igor e Frederico, filhos do escritor, ator, dramaturgo e cineasta Domingos de Oliveira, que foi casado com a atriz Leila Diniz, em 1973, após passar numa espécie de “vestibular” ingressei na Escola Ginda Bloch, também no bairro do Alto.
No Ginda tinha vários amigos e, entre os mais próximos, estavam o Marcio Oliveira da Silva e um loirinho com nome difícil de falar: Wellington Grigorowski Botelho.  Esses amigos se juntavam aos vários moleques da Granja Guarani que tinham como um dos lazeres prediletos o futebol na quadra na Praça do Alto, onde hoje é realizada a famosa “feirinha” do bairro.
Pois bem, o loirinho de nome difícil era filho de um ator muito popular da Rede Globo à época, o humorista Wellington Botelho. A família morava numa casa com um belo jardim à frente, a poucas quadras da Escola Ginda Bloch, na atual Rua Sebastião Lacerda, no Alto.
O pai de Wellington, na verdade, eu via com pouca freqüência, pois ele passava a maior parte do tempo no Rio de Janeiro, gravando um dos principais programas de humor da televisão brasileira nos anos 70, o “Balança Mas Não Cai”. Neste humorístico, o pai do meu amigo atuava ao lado de atores como Lúcio Mauro, Sonia Mamede, Brandão Filho, Paulo Gracindo, Lilico, Tião Macalé e Carlos Leite
Além de ator, Wellington Botelho era apresentador, radioator, dublador e cantor. Ainda na Globo, em 1976, (o ano em que fui forçado a trocar Teresópolis por São Sebastião - SP) atuou na novela "Saramandaia" escrita por Dias Gomes para a TV Globo, no papel do Seu Encolheu. Essa novela foi repaginada e “reestreou” ontem à noite, na mesma emissora.

O gringo, como chamávamos o “loirinho” reencontrei outro dia via facebook. Wellington está agora se dedicando a reescrever a importante história artística do seu pai, que também teve uma forte ligação com Teresópolis. 

Cesar Rodrigues
Jornalista-Colaborador da AMAGG

2 comentários:

  1. Parabéns pelo texto. Administro site de de familia http://www.myheritage.com.br/site-77640233/site-de-familia, e gostaria de receber informações sobre os familiares antecedentes do artista Botelho, esse ramo já está digitado no início, falta-me os familiares recentes, inclusive os pais e avós dele... Qum são? Alguém pode me ajudar? Tenho facebook para contato. Professor Aristeu(Bragança Paulista-SP

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  2. Me encontra no FACEBOOK com o meu nome todo, assim como está no texto acima.
    W.G.B.

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